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Mostrando postagens de dezembro, 2014

Chapada Diamantina: Brejo Luíza de Brito conhecendo...

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Brejo Luiza de Brito   é um distrito do município de   Novo Horizonte , na   Bahia . Sua população é de cerca de 800 habitantes. Está localizado na região da   Chapada Diamantina   e sua economia baseia-se na plantação de   alho , que está em decadência. O   Rio Remédios   cruza o distrito e é subafluente do   Rio São Francisco . Nos arredores do brejo há duas cachoeiras, principais pontos turísticos do lugar, que fica a mais de 1000 metros de altitude do mar. Sua população tem grande vínculo com a cidade de   São Paulo , uma vez que muitos moradores têm parentes que moram ou já moraram na capital paulista. O município de Novo Horizonte além do alho que se encontra em decadência, sobrevive também da mineração de cristal rutilado e barita . Essa atividade mineral também se encontra em crise, os clientes normalmente chineses , não se sabe o porque, perderam o interesse na compra, o que levou muitos moradores e garimpeiros à loucura, literalmente. O

Em 2014, cientistas do mundo inteiro pediram uma moratória ao uso de transgênicos no mundo, pelo princípio da precaução e justificam essa posição. Confira e boicote produtos transgênicos! Veja a lista com o nome de 815 cientistas renomados...

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Carta aberta de cientistas de todo o mundo a todos os governos sobre os organismos geneticamente modificados (OGM). – Os cientistas estão extremamente preocupados com os perigos que os transgênicos representam para a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde humana e animal, e, portanto, exigem uma moratória imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princípio da precaução. Fonte : http://bit.ly/1ko1zyt – Eles se opõem aos cultivos transgênicos que intensificam o monopólio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudança para uma agricultura sustentável que garanta a segurança alimentar e a saúde em todo o mundo. – Eles fazem um apelo à proibição de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade. – Eles querem apoio maior à pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura não corporativa, sustentável, que possa beneficiar as famílias de agricu